Deputada afirma que é alvo de censura no Brasil
Após viajar para os Estados Unidos para "cumprir agendas pessoais" e "estudar meios de assegurar e restaurar a liberdade de expressão no Brasil junto a autoridades americanas", a deputada Carla Zambelli (PL-SP) voltou a surgir nas redes sociais para anunciar que está no país norte-americano "juntando provas" de supostas censuras do STF (Supremo Tribunal Federal) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para levar à Comissão Interamericana de Direitos Humanos. "Nós estamos juntando provas para a gente poder levar na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, onde eu tenho uma visita marcada na terça-feira (8). Por esse motivo, eu peço que você, se você tivesse sido censurado, se você tivesse sido censurado pelo Supremo Tribunal Federal, ou pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por favor manda sua denúncia para a gente.[...] A gente vai juntar a sua denúncia com a nossa e vamos levar à Comissão. Coloque os 'prints', junte todas as provas que você tiver e, se realmente houve censura, a gente vai reportar a essa Comissão", diz a deputada.
Na última terça-feira (1º), Zambelli teve os perfis do Twitter, Instagram, YouTube, TikTok e LinkedIn suspensos. A deputada disse que perdeu até o acesso aos aplicativos de mensagens Telegram e WhatsApp. Segundo ela, por esse motivo não conseguiu informar sobre a sua viagem para os Estados Unidos. Por meio da nota que enviou à imprensa, Zambelli alegou que foi "censurada" após as eleições e que foi "calada e impedida de se comunicar" com seus seguidores. "A decisão que censurou todos os meus canais de comunicação, inclusive o Watsapp tem como objetivo controlar o fluxo de informações e conter uma das maiores vozes conservadoras da internet, com mais de 9.520.000 seguidores em sete redes sociais", disse a parlamentar na ocasião.
Zambelli não disse quando volta ao Brasil.
*Com informações da Folha
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