Andreia foi presa e confessou o crime
Após ser presa por policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) por homicídio qualificado e ocultação de cadáver do companheiro, o motorista de aplicativo Alberto de Oliveira Gomes, Andreia Ramos Cortes confessou participação nos crimes. Informalmente, a viúva narrou ter colocado no suco da vítima um medicamento que inibe as funções do sistema nervoso central e permite alguma sedação e a deixado, desacordada, em uma área de mata fechada, no Alto da Boa Vista. O corpo foi encontrado oito dias depois, já em adiantado estado de decomposição. Ele foi encontrado só de bermudas e tênis e com uma das mãos amputada na Estrada das Paineiras, no Parque Nacional da Tijuca.
Na delegacia, Andreia relatou ainda que o planejou o crime com seu pai de santo, Marcos Filipe Oliveira Santana, contra quem também foi cumprido um mandado de prisão temporária. Segundo a viúva, ele a estaria pressionando a fazer seguros de vida em nome de seu companheiro, realizar o pagamento das mensalidades e o matar para que dividissem o valor das duas apólices, que somam R$ 600 mil. O combinado seria, após o corpo de Alberto ser deixado por ela no lugar marcado, ele terminaria o “serviço”.
Imagens de câmeras da região obtidas pelo EXTRA mostram o momento que o carro de Alberto chega até a Estrada da Vista Chinesa, na noite de 26 de setembro. Minutos depois, Andreia aparece nos vídeos deixando o local a pé. Em depoimento, ela contou ter estudado em um colégio particular na região, durante a adolescência, e não frequentar o local há cerca de 30 anos.
*Com informações do Extra
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