Estado de greve já é considerado entre os educadores
Professores da rede estadual do Amazonas estão em protesto e pedindo uma reunião com o governador Wilson Lima. De acordo com a pauta, a categoria reivindica o pagamento das datas-bases que estão atrasadas.
Hoje (1º), muitos se mobilizaram nas escolas, como mostra a foto da escola Ayrton Senna, juntando-se para uma foto com o cartaz que pede reajuste de 25% para recompor as perdas salarias, que a Asprom alegar ser "de mais de 15%, somados os índices de inflação das duas datas-bases", referentes aos dois últimos anos.
"O Estado de greve é o aviso que a categoria dá, dizendo que estará disposta a fazer greve, caso as reivindicações não sejam atendidas", diz a nota do Sindicato. Ontem eles realizaram um ato público na frente da sede do Governo.
Em 2021 Wilson Lima anunciou aumento de 9,19% referente à data-base dos anos de 2020 e 2021 para 32.478 servidores da Secretaria de Estado de Educação e Desporto, além de pagamento de maior abono do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) já feito pelo Estado e cujos valores serão anunciados em breve.
O governador também anunciou a implementação da Lei 4.736/2018, que beneficia 300 servidores técnico-administrativos da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), além de promoções horizontais e verticais.
Para o Centro de Educação Tecnológica do Estado do Amazonas (Cetam), Wilson Lima autorizou aumento de 31,63% para 77 servidores, referente ao período de 2015 a 2020. No total, só na área da educação os direitos assegurados vão alcançar 33.930 servidores.
Os professaores afirmam que a revidindição vai continuar, até que sejam ouvidos.
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