Arthur Neto, Eduardo Braga e Omar Aziz defendem que deve haver diálogo entre as duas nações para garantir do respeito e paz no leste europeu.
Na manhã desta quinta-feira (24), alguns políticos do Amazonas se pronunciaram sobre a ofensiva da Rússia no território da Ucrânia. Os ataques tiveram início nas primeiras horas da madrugada e até o momento não há informações sobre o sessar fogo no leste europeu.
O ex-prefeito de Manaus e pré-candidato nas Eleições de 2022, Artur Neto (PSDB), reprovou a invasão na Ucrânia com o exército russo.
"Como diplomata que sou, prezo sempre pelo diálogo e pelo entendimento com respeito. Guerra em nada contribui. Só serve para dizimar vidas e gerar mais violência. A história ensina, mas há quem não queira aprender", defendeu o tucano.
Segundo Arthur, haveria muita inquietação, mas a realidade e a diplomacia resolveriam tudo. Para ele, os EUA [Estados Unidos da América] e seus parceiros teriam boa capacidade de barganhar com a China vantagens vindas da Amazônia. Aguardemos os próximos capítulos de uma novela trágica do século 21", pontuou o diplomata.
O senador Eduardo Braga (MDB), pré-candidato ao Governo do Amazonas, diz que os ataques sangrentos à Ucrânia nunca serão uma alternativa aceitável. "O mundo precisa de paz, diplomacia, diálogo e democracia", enfatizou Braga.
O também senador Omar Aziz, pré-candidato à reeleição no Senado Federal, defende que a paz é sempre a melhor saída e analisou o cenário da invasão na Ucrânia.
"Amanhecemos esta quinta-feira com a triste notícia da invasão da Rússia a Ucrânia. Além de ser algo que não gostaríamos de ler, é preocupante pelas vidas perdidas e pelo o que o autoritarismo e falta de respeito à soberania e liberdade de um país podem causar. Que Deus possa proteger as famílias envolvidas neste conflito infeliz! A guerra nunca é a solução. Nunca!", enfatiza o parlamentar.
Invasão na Ucrânia pela Rússia
O governo ucraniano afirma ter sofrido ao menos 203 ataques russos desde o início da invasão, no início desta quinta. As informações foram divulgadas pelo Ministério da Defesa da Ucrânia.
O governo ucraniano fala em oito mortos e diz que está respondendo aos ataques. Afirmou que 50 soldados russos foram mortos nos combates e seis aviões acabaram derrubados. Trata-se da mais grave crise militar na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
Da Redação do Canal92AM
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