O ex-dirigente da estatal de Petróleo chegou a ser preso em 2014, quando se iniciaram as primeiras diligências da operação, mirando a realização de contratos fraudulentos com a empresa. Ele foi condenado por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
As investigações apontaram que ele desviou R$ 358 milhões em contratos quando estava no cargo. Condenado pela Justiça do Paraná a mais de 70 anos de reclusão, Paulo Roberto Costa deixou a cadeia três anos após ser preso, em razão do acordo de colaboração que firmou com a Justiça. O ex-diretor chegou a devolver R$ 79 milhões à Petrobras, dos quais ele assumiu serem todos “produto de atividade criminosa”
O acordo permitiu abatimento da pena em troca da apresentação de fatos e documentos que comprovassem o envolvimento de outras pessoas no esquema. Ele confessou os crimes, disse ter se arrependido e relatou que os recursos desviados eram repassados a políticos de partidos como PP, PT e PMDB. Ele revelou que os recursos foram usados inclusive para o financiamento de campanhas eleitorais.
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