Manaus, 30 de May de 2026   |  

Traficante que fez cirurgias plásticas para fugir da polícia é morto em confronto com a Rocam, em Manaus

Polícia | 10/07/2022 - 13:00
Por: Jornalismo/Canal92AM
Foto: Divulgação

Lenon Oliveira do Carmo, 41, o ‘Bileno’, foi morto a tiros na madrugada deste domingo (10) durante um confronto policial ocorrido na estrada do Puraquequara, na zona Leste de Manaus.

De acordo com as informações da Polícia Militar do Amazonas, uma equipe da Ronda Ostensiva Cândido Marinho (Rocam) deslocou-se até o bairro após a denúncia de que pessoas estariam armadas em um campo de futebol.

Ao chegarem no local, os policiais da Rocam dizem que  foram recebidos com disparos de arma de fogo.

Os policiais revidaram e alvejaram os dois homens.

Lenon foi encaminhado para o Hospital e Pronto Socorro (HPS) Dr. João Lúcio Pereira Machado.

Outro morto durante a ação foi identificado como Diogo dos Santos Mota, 19 anos, foi encaminhado para o HPS Platão Araújo.

Ambos chegaram nas unidades de saúde sem vida.

Apreeensões

A Rocam apreendeu uma pistola da marca Taurus, calibre 40; duas pistolas da marca da Taurus, calibre 380; um revólver da marca Taurus, calibre 38; sete munições não deflagradas, calibre 380; cinco munições não deflagradas de calibre 40; uma munição deflagrada, calibre 40; sete munições não deflagradas, calibre 38; uma munição deflagrada, calibre 38, e a quantia em espécie de R$6.180,00.

O material apreendido foi apresentado no 6° Distrito Integrado de Polícia, na zona Norte, para os procedimentos legais cabíveis.

Ficha suja 

Lenon Bileno foi membro da facção criminosa Família do Norte (FDN) e comandava o tráfico de droga no bairro Colônia Antônio Aleixo, onde era conhecido por matar e decapitar os seus desafetos.

De acordo com as investigações, atualmente ele era um dos braços fortes da facção Comando Vermelho (CV) e, mesmo morando no Ceará, continuava comandando o tráfico no Amazonas. 

Ele era acusado de chefiar a produção de maconha no rio Abacaxis, no município de Nova Olinda do Norte; e de comandar invasores no bairro Colônia Antônio Aleixo.

Lenon passou uma temporada preso em presídio federal por ser um dos responsáveis pelo massacre do Complexo Penitenciário Anísio Jobim de 2017.

Ele fez ao menos cinco procedimentos estéticos para fugir das autoridades e possui um patrimônio estimado de R$ 5 milhões em nome de laranjas, segundo investigações da Polícia Civil. 

Da Redação

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