Manaus, 02 de June de 2026   |  

Irmãos Alessandra e Allan Campêlo destacam relevância e alcance do Prato Cheio em Manaus e no interior

| 31/03/2022 - 18:19
Por: Diogo Rocha
Foto: Miguel Almeida/Seas

Secretária da Seas, que comanda o programa social do Governo do Amazonas, e vereador afirmaram que refeições a R$ 1 são essenciais para famílias em vulnerabilidade social

O programa social Prato Cheio, que oferece refeições a R$ 1, é administrado pela Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas), que está no comando da deputada estadual licenciada Alessandra Campêlo. A titular da pasta esteve presente, nesta quinta-feira (31), na inauguração, pelo governador Wilson Lima (União Brasil), de um dos restaurantes populares do programa no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste de Manaus.

Ao lado do irmão, o vereador Allan Campêlo (PSC), a secretária da Seas lembrou o alcance e importância do Prato Cheio, principalmente, para as pessoas de baixa renda da capital e do interior do Estado. Alessandra afirmou que muitas vezes o almoço do programa é a única refeição do dia para famílias em vulnerabilidade social.

“Temos aqui pessoas em situação de vulnerabilidade social, mas também pessoas que às vezes vêm fazer tratamento ou exame no FCecon (Fundação Centro de Controle de Oncologia do Amazonas) e gente do interior. Enfim, o objetivo do restaurante [popular do Prato Cheio] é esse: dar comida a quem tem fome”, disse Alessandra Campêlo.

Conforme a titular da Seas, que deixará o cargo nesta sexta-feira (1º) para concorrer às Eleições Gerais deste ano, a previsão do Governo do Amazonas é garantir até o final de maio, em Manaus, 5.200 refeições todos os dias e inaugurar mais quatro unidades nos próximos meses. No interior do Estado, serão 20 restaurantes abertos, com 13.200 refeições servidas diariamente.

O vereador Allan Campêlo (PSC), que pertence à base governista na Câmara Municipal de Manaus (CMM), elogiou bastante a iniciativa do chefe do Poder Executivo Estadual de retomar o programa social em Manaus.

“O governador Wilson Lima é um homem do povo, que veio de baixo. A gente costuma falar que só sabe o que é fome que sentiu fome. Esse programa do Prato Cheio já fazia 17 anos que não abria um restaurante [popular] aqui na capital. Hoje com o pós-pandemia, está vindo também a pandemia da fome. Tem muito desemprego e as coisas são cada vez mais caras. Um prato [de refeição] por R$ 1, com esse dinheiro você não compra um ovo hoje”, disse o parlamentar.

Allan também destacou a escolha estratégica do local no bairro Alvorada para ampliar as unidades do programa na capital. “Surpreso eu não fiquei [com o grande volume de pessoas na fila e dentro da unidade do Prato Cheio no Alvorada para se alimentar], porque eu conheço a comunidade. Inclusive no Santa Terezinha, na comunidade conhecida como Sapolândia, eu sei da necessidade [dos moradores]. Esse local foi escolhido não por acaso porque tem essa comunidade aqui e o Prosamim que precisam de um auxílio do Governo do Estado nesta área da alimentação”, finalizou o vereador. 

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