O ex-presidente do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Raoni Lopes, morreu nesta sexta-feira (18), em Manaus. Amigos, familiares, alunos e movimentos de esquerda lamentam a perda.
O nome de Raoni teve grande destaque nesse ano meses antes da eleição. Ele anunciou a saída do partido, que estava como secretário-geral, em julho.
Na época, ele foi apontado como responsável pela saída de 300 filiados do partido no mês de março por suposta perseguição a minorias e um ataque direto à assistente social Marklize Siqueira.
Raoni era professor de história na Escola Municipal Divino Pimenta Faleiros, foi presidente Estadual do PSOL Amazonas, além de secretário-geral.
Em nota, a Revolução Solidária do PSOL lamentou a morte de Raoni e o descreveu como um jovem referência na politica da esquerda amazonense.
“Pessoa dinâmica, vida dedicada a educação, militante firme nos seus princípios e posicionamentos, porém, sem nunca perder a ternura. Também foi militante da Revolução Solidária tendência interna do PSOL. Em sua última postagem no seu perfil na Facebook, o camarada Raoni Araújo Lopes, colou na sua foto a frase, “A vida é arte do encontro embora haja tanto desencontro pela vida” (Vinicius de Moraes). Hoje, 18 de novembro, foi um dia desses ‘desencontros pela vida’. Descanse em paz camarada. Raoni Lopes, presente hoje e sempre”, disse a nota.
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