Andréia morreu esmagada na parada de ônibus
A empresa Via Alvorada, que teve as portas pichadas em protesto pela morte da pastora Andréia Trindade, emitiu uma nota e se pronunciou sobre a tragédia ocorrida na parada de ônibus na Avenida Coronel Teixeira, bairro bairro Santo Agostinho, na última segunda-feira (26).
A locadora é de propriedade do pai do motorista da Hilux que subiu acalçada e tirou a vida da trabalhadora. Ele ainda não se apresentou na delegacia. Na nota, o pai reclama da cobertura "sensacionalista" que para ele a imprensa tem feito do caso e ainda diz que a tragédia é um "incidente".
O marido de Andréia, Edson Reis e a família dela, fizeram um protesto nesta terça-feira, antes do sepultamento, e também foram à porta da empresa pedir justiça e pregar fotos dela nas portas da locadora.
A Via Alvorada ainda diz na nota que pretende compensar os danos.

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