Bolsonaro ficou com medo de morrer ao visitar o Amazonas em 2021
Uma ponte inaugurada por Jair Bolsonaro no Amazonas deu muito trabalho aos funcionários do ex-presidente. Os trabalhadores que estiveram com ele em São Gabriel da Cachoeira, onde o então presidente inaugurou uma ponte e exigiu que cerca de 20 pessoas provassem tudo o que ele ia comer e beber, com medo de ser envenenado.
Bolsonaro foi a São Gabriel da Cachoeira nos dias 26, 27 e 28 de maio de 2021. Na cidade, gastou R$ 23,2 mil em uma pequena padaria da região com seu cartão corporativo, num total de R$ 700 mil gastos na cidade em apenas três dias.
Um funcionário do ex-presidente revelou o pavor do capitão. “Ele era muito perseguido e, por isso, pedia para as pessoas provarem a comida antes dele, para ver se estava envenenada”, afirmou. “Ele queria comer o que estava em alta entre os turistas”, acrescentou.
Até as águas que ele bebeu foram experimentadas por outras pessoas antes de ir para a boca do ex-preisdente. “O Bolsonaro comentava que os inimigos eram capazes de envenenar a água e lacrar de novo."
"Ele dizia que era perseguido porque estava fazendo a coisa certa no País, que a gente precisava se unir contra quem queria matar ele (sic)”, disse o vendedor.
Bolsonaro também teve a ideia de ficar em lugares baratos para confundir os petistas, que para ele, poderiam querer assassiná-lo. “Era uma estratégia que ele usava para confundir os inimigos dele aqui na cidade, porque a maioria é petista. Ele dizia que quanto menos o local chamasse a atenção, os inimigos não saberiam onde ele estava e não iam armar uma emboscada para ele”, relatou uma funcionária do hotel.
*Com informações do Terra e da Agência Amazônia
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