Auxiliadora lembrou que as mortes do neto e da esposa deixaram um filho órfão
Maria Auxiliadora da Silva Ambrósio, de 69 anos, avó de Alexandre do Nascimento Melo, estava revoltada na manhã de hoje (17), enquanto o MP do Amazonas explicava sobre a prisão de quatro policiais da Rocam, suspeitos de participação na chacina que matou o neto dela e mais três pessoas em Manaus.
“Meu neto não estava com drogas, ele e a mulher dele morreram e deixaram meu neto órfão. Isso é uma vergonha para a polícia, eu conheço muitos policiais decentes, então eu fico muito triste com essa situação, meu neto foi fuzilado feito um animal”, disse. Ela ainda enfatizou que, se pudesse, perguntaria de um por um. "E se fosse seu filho, o que você faria?"
A operação “Cerco Fechado” prendeu um tenente e mais três praças da Rocam. Ao todo, já são 16 presos.
Quatro pessoas foram mortas no Ramal Água Branca, no bairro Lírio do Vale, zona Oeste da cidade, no dia 21 de dezembro do ano passado. Alexandre Melo, 29, a esposa, Valéria Luciana Pacheco da Silva, 22 anos, e os irmãos Diego Maximo Gemaque, 33, e Lilian Daiane Maximo Gemaque, 31.
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