Manaus, 30 de May de 2026   |  

Após quase 6h de depoimento, genro de Silvanilde diz "estar tranquilo e confiar na polícia"

Polícia | 25/05/2022 - 19:25
Por: Jornalismo/Canal92AM
Foto: Divulgação

Após quase 6h horas de depoimento, o genro de Silvanilde Ferreira Veiga, de 58 anos,, Igor Gabriel Melo e Silva, deixou a Delegacia Especializada em Homicídio e Sequestros (DEHS), no começo da noite desta quarta-feira (25). Na saída ele disse que confiava na polícia.

O namorado de Staphanie Veiga chegou na delegacia entre 10h e 11h, acompanhado do advogado da família. "Estou tranquilo. Confio na polícia e agora vou aguardar o que aponta as investigações", disse.

Questionado como era o relacionamento com a sogra, Igor Gabriel limitou-se a dizer que era "bem tranquilo".

Além de Igor, mais de dez pessoas já prestaram depoimento sobre o caso, entra elas, a filha da servidora, o síndico e o porteiro do condomínio Gran Vista, onde Silvanilde foi encontrada morta no último sábado (21).

O teor dos depoimentos não foi divulgado pela polícia. Nenhuma linha de investigação também não foi informada pela equipe da Delegacia de Homicídios.

O delegado Ricardo Cunha, titular da unidade, salienta que maiores informações não podem ser repassadas para não atrapalhar as investigações.

Provas

A polícia esteve novamente, nesta quarta, na casa da servidora e recolheu imagens de 160 câmeras de segurança. Todo material recolhido foi levado para a delegacia para ajudar na investigação

O assassinato

Silvanilde foi encontrada morta, no sábado (21), dentro do próprio apartamento, no condomínio Gran Vista, na Ponta Negra. Ela estava com marcas de golpe de faca e de estrangulamento. Ao todo, foram 12 golpes.

Conforme o relato de Stephanie à polícia, na noite de sábado, ela recebeu uma mensagem de SOS da mãe e mandou duas mensagens em retorno, porém não obteve resposta, por isso, pediu ao porteiro do condomínio, que fosse ao apartamento da genitora para verificar se estava tudo bem.

Ao retornar, ele informou que ninguém atendia, e que os veículos estavam todos na garagem.

Com isso, ela foi ao apartamento, juntamente com o namorado, e encontrou a mãe estendida no chão da sala, de bruços em uma poça de sangue. Ela relatou, ainda, que não havia sinais de arrombamento e a única coisa levada do local foi o celular da vítima. A servidora já morava no local há mais de 10 anos.

Entretanto, o namorado não teria subido com ela no apartamento. Quando ela entrou no imóvel encontrou a mãe jogada no chão.

 

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