O hospital de campanha foi criado na primeira onda da pandemia de Covid-19 na capital amazonense
“Prevaleceu a verdade e a transparência”, reagiu o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, sobre o arquivamento da denúncia de possíveis irregularidades na implantação do Hospital de Campanha Municipal, criado na gestão dele durante o colapso pela falta de leitos de UTI, na primeira onda da pandemia de Covid-19, na capital amazonense.
Em decisão unânime, o Tribunal de Contas da União (TCU) julgou a denúncia improcedente, arquivando a representação, conforme consta no acórdão divulgado na quarta-feira (23).
“O Hospital de Campanha Municipal nasceu de uma parceria com a iniciativa privada com o único objetivo de salvar vidas”, afirmou Arthur Virgílio, que é o presidente do PSDB no Amazonas.
O Hospital de Campanha Municipal foi montado em tempo recorde, na estrutura de um complexo escolar recém-construído, à época, na zona Norte de Manaus, e atendeu mais de 750 pessoas, com recuperação de 81% dos pacientes.
“Fizemos além do que era de nossa competência, porque o município não tem recursos e estrutura para operar na média e alta complexidade. O Hospital de Campanha foi uma das nossas contribuições para salvar vidas durante a pandemia, dentro de todas as normas da boa administração pública, sem qualquer prejuízo à transparência e bom uso de recursos públicos”, afirmou Arthur Virgílio.
*Com informações da assessoria
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